A Grécia, à semelhança de todos os países periféricos europeus, encontra-se numa situação de endividamento, de desastre social com traços de tragédia humanitária e de limitação de soberania – uma situação comparável em muitos aspectos à da Alemanha no pós-guerra.

Nesta série de artigos Eric Toussaint analisa e compara os procedimentos e tratados aplicados à Grécia e à Alemanha, enquanto países devedores. Este segundo artigo descreve alguns aspectos do mecanismo de acumulação capitalista assente no endividamento do Estado e na privatização dos bens colectivos, à custa do povo grego.

Eric Toussaint ; 21-10-2012 ; visitas: 2.732

Milícias fardadas neonazis fazem rusgas nas ruas das cidades, perseguem militantes de esquerda, advogados, imigrantes e homossexuais, encerram teatros. A polícia protege-os e tortura os militantes de esquerda. Os neonazis do Aurora Dourada já aspiram assumidamente a ser o maior partido no prazo de três anos – e o curso dos acontecimentos ameaça dar-lhes razão. Entretanto, a chanceler alemã Merkel assiste pela TV ao bloqueio da cidade.

Paul Mason ; 19-10-2012 ; visitas: 2.920

Quase todos os dirigentes políticos, sejam de esquerda ou de direita, sejam do Norte ou do Sul, devotam um verdadeiro culto ao mercado, e aos mercados financeiros em particular. Deveria dizer-se que eles fabricam a religião dos mercados. E todos os dias é dita uma missa para honrar o deus Mercado, em cada lar munido de uma televisão ou de ligação à internet, no momento em que são debitadas as cotações da Bolsa e as previsões do mercado financeiro. O deus Mercado envia sinais pela voz do jornalista de economia e do cronista financeiro. E isto acontece não apenas em todos os países mais industrializados, mas também em quase todo o planeta. Quer se esteja em Xangai ou em Dakar, no Rio de Janeiro ou em Tombuctu, receberemos sempre os «sinais enviados pelos mercados».

Damien Millet, Eric Toussaint ; 18-10-2012 ; visitas: 1.982

A Grécia, à semelhança de todos os países periféricos europeus, encontra-se numa situação de endividamento, de desastre social com traços de tragédia humanitária e de limitação de soberania – uma situação comparável em muitos aspectos à da Alemanha no pós-guerra.

Nesta série de artigos Eric Toussaint analisa e compara os procedimentos e tratados aplicados à Grécia e à Alemanha, enquanto países devedores. O primeiro artigo traça o quadro das condições aplicadas à RFA, comparando-as com o tratamento aplicado à Grécia actual.

Eric Toussaint ; 17-10-2012 ; visitas: 2.521

Manolis Glezos, herói da resistência antinazi e uma das mais destacadas figuras vivas da extrema esquerda grega, manifesta aqui a sua perplexidade e indignação pelo facto de União Europeia, cujas elites dirigentes insistem em provocar a catástrofe humanitária no Sul da Europa, ter recebido o Prémio Nobel da Paz.

Rui Viana Pereira ; 13-10-2012 ; visitas: 2.002

O Orçamento de Estado de 2013, para além de não ser nosso, é injusto e socialmente irresponsável. Mas existem alternativas que podem ser implementadas para reformar profundamente o processo de orçamentação de modo a assegurar que os orçamentos de Estado reflictam a vontade da população.

João Silva Jordão ; 12-10-2012 ; visitas: 2.234
Data do evento:
12-10-2012

Apresentação pública, seguida de possível debate aberto, de um livro que expõe dados da maior importância para a compreensão do processo da dívida pública.

O livro assume particular interesse para todos os militantes pela anulação da dívida pública portuguesa, uma vez que demonstra factualmente que o Estado social em Portugal é autofinanciado pelos trabalhadores. Ao contrário do que foi afirmado anos a fio pela propaganda neoliberal – visando inculcar nos trabalhadores a culpa do défice do Estado –, prova-se em Quem Paga o Estado Social em Portugal que no nosso país (como de resto em todos os países estudados pelos autores do livro) na maioria dos anos os trabalhadores pagam mais ao Estado em impostos e contribuições do que recebem em serviços sociais.

11-10-2012 ; visitas: 3.393
Data do evento:
15-10-2012

11-10-2012 ; visitas: 2.485
Data do evento:
16-10-2012

Próxima reunião do CADPP

16 de Outubro, terça-feira, 19:00 horas, na Livraria Lerdevagar, no LxFactory em Alcântara, Lisboa.

11-10-2012 ; visitas: 2.331

A primeira parte deste texto apresenta alguns conceitos básicos como a distinção entre o défice e a dívida, para quem não está familiarizado com eles, e uma ideia pessoal de algumas razões que nos conduziram à situação actual.

A segunda parte possui uma demonstração, baseada num modelo matemático simples apresentado em anexo, de como as soluções propostas pelos governantes nunca poderão resolver o problema da dívida durante o nosso tempo de vida.

al.wragg ; 04-10-2012 ; visitas: 2.134

Na passada sexta-feira, dia 28 de Setembro, duas propostas de resolução para renegociação da dívida pública portuguesa, apresentadas pelo Partido Comunista Português e pelo Bloco de Esquerda, foram chumbadas na Assembleia da República. PS, PSD e CDS votaram em conjunto no sentido de impedir a renegociação da dívida.

al.wragg ; 29-09-2012 ; visitas: 2.729
Data do evento:
25-09-2012

O CADPP recomeça as suas reuniões públicas após a modorra estival!

Temas em cima da mesa: balanço das propostas de acção contra a dívida ao longo de um ano; passos seguintes face à actual situação política; tarefas organizativas e clarificação do papel do site do CADPP.

Local da reunião: Livraria Ler Devagar, na LxFactory, em Alcântara, Lisboa.

Às 19 horas.

24-09-2012 ; visitas: 1.640

Mais de um milhão de portugueses rejeitou, nas ruas, a 15 de Setembro de 2012, as políticas da Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI) e as políticas neoliberais do governo de coligação PSD/CDS, desafiando a esquerda a dar-lhes luta sem trégua. Qual irá ser a resposta a este desafio?

Maria da Liberdade ; 18-09-2012 ; visitas: 1.835

Doravante, perante a clareza de intenções e ânimos exibida no passado dia 15 de Setembro por mais de um milhão de pessoas nas ruas do país, qualquer acto das organizações políticas e sindicais que não tome esta demonstração em consideração, que se desculpe com a falta de consciência e mobilização dos trabalhadores, que procure apaziguar os ânimos e assinar compromissos, só pode ser visto como um acto de traição.

Rui Viana Pereira ; 16-09-2012 ; visitas: 3.160

A questão política de maior importância neste momento de crise profunda continua a ser a dívida pública. Cedendo à chantagem austeritária, os governantes vão arrastando toda a população para a escravatura.
A única solução para esta queda no abismo continua também a ser a mesma: o repúdio da dívida - uma dívida tão ilegítima como seria um «empréstimo» feito à boca do multibanco sob a ameaça duma faca de ponta-e-mola.

João Silva Jordão ; 15-09-2012 ; visitas: 2.190

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