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Communiqué du CADTM international

 « Le ventre est encore fécond d’où a surgi la bête immonde »

25 février par CADTM international

Face aux menaces racistes directes du parti nazi Aube Dorée envers un des membres fondateurs du CADTM Grèce, Moisis Litsis*, le réseau international du CADTM tient à rappeler la gravité de la montée du fascisme, conséquence directe des dégradations sociales imposées par les créanciers au nom de la priorité affirmée au remboursement de la dette sur les droits humains fondamentaux.

Ataques neonazis na Grécia - Comunicado do CADTM internacional

«Ainda é fecundo o ventre que pariu o monstro imundo!»

Face às ameaças racistas directas do partido nazi Aurora Dourada, feitas a um dos membros fundadores do CADTM Grécia, Moisis Litsis*, a rede internacional do CADTM lembra a gravidade que representa o aumento do fascismo, consequência directa da degradação social imposta pelos credores em nome da alegada prioridade em torno do pagamento da dívida e em detrimento do respeito pelo direitos humanos fundamentais.

Socializar o sistema bancário – uma necessidade imperiosa

Embora o governo britânico tenha aprovado uma nova regulamentação para o sector bancário e financeiro e toda a Europa discuta as soluções possíveis para «pôr na ordem» os especuladores financeiros, a única proposta capaz de pôr um ponto final na socialização das dívidas e dos desvarios da banca é... a socialização da banca na sua totalidade.

Pagar ou suspender a dívida pública portuguesa?

O Estado recapitalizou há dias o banco Banif com 1,1 mil milhões de euros. Este dinheiro vai ser aplicado pelo Banif em títulos da dívida pública – ou seja, o dinheiro público saiu do bolso da população para ir produzir uma renda em benefício de um banco privado. Ora, os títulos da dívida portuguesa estão a render 57% do seu valor nominal – um recorde mundial que nos permite perceber por que andam os governos dos países fortes da Europa a dar palmadinhas nas costas ao Governo português.

O que acontece se não pagarmos a dívida?

António Garcia Pereira, a convite do Grupo de Estudos Políticos, que funciona no âmbito do Curso de Ciência Política e Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, em 21 de Novembro 2012, responde a uma pergunta que todos aqueles que se opõem à suspensão do pagamento da dívida se recusam colocar e responder frontalmente.

A APR denuncia a política prepotente de controlo e de aniquilação das imagens em Portugal

A APR – Associação Portuguesa de Realizadores – denuncia veementemente a política prepotente de controlo e de aniquilação das imagens em Portugal. A produção e a fruição das nossas próprias imagens é um direito de expressão e de plena cidadania democrática. Nas sociedades modernas a captação, a propriedade, a manipulação e a divulgação das imagens está intrinsecamente ligada ao exercício pleno da cidadania e à soberania. Através da sua produção, utilização e controlo pode-se assegurar a manutenção do poder democrático ou afectar a transparência e a representatividade do poder político perante a sociedade.

Repressão e intimidação - uma promessa de mais austeridade

Segundo declarações de um elemento da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) ao Jornal de Notícias, os trabalhadores sofreram a maior carga policial verificada no centro de Lisboa desde 1990. No momento em que escrevemos estas linhas chegam-nos notícias de crianças, idosos, pessoas em cadeiras de rodas que foram agredidas a eito. Além da carga de bastonada e dos cães, a polícia fez vários disparos de armas de fogo na Av. D. Carlos (Lisboa), para onde fugiu uma parte dos manifestantes . O local da manifestação ficou deserto em poucos segundos, à excepção dos feridos que terão ficado para trás.

As chefias da polícia tenta justificar a evacuação à bastonada e a tiro de todos os manifestantes aglomerados em S. Bento (Lisboa) com o facto de ter sido agredida à pedrada por um pequeno grupo de manifestantes.  Mas esta carga policial ocorre 24 horas depois de uma outra acção policial invulgarmente violenta de agressão aos estivadores, na zona da Expo (Lisboa) – com disparos de armas de fogo da polícia, como se deduz pelos vídeos disponíveis, e grande número de feridos. [ver nota 1] 

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