euro

 

Em 1 de Janeiro de 1999 a União Europeia passou a ter uma moeda comum, o euro. Nesse dia, 11 Estados-membros (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal) deixaram de ter moeda nacional própria. Em 2000, foi decidido que também a Grécia integraria a União Monetária a partir de 1 de Janeiro de 2001. Os Estados-membros que aderiram à União monetária, após um período de transição, retiraram de circulação as moedas nacionais.

A substituição das moedas nacionais pelo euro e a instituição da união monetária tiveram um vasto leque de consequências, que após a crise de 2008 têm sido insistentemente relembradas no debate público – como, por exemplo, o acréscimo de poder resultante para a economia alemã graças aos critérios adoptados quando foi preciso estabelecer a paridade entre as antigas moedas nacionais dos países periféricos e a nova moeda única.

Um dos efeitos mais dramáticos da instituição da moeda única foi o facto de ter sido criado um Banco Central Europeu (BCE), ao mesmo tempo que os bancos centrais nacionais perdiam completamente o controle sobre a política monetária e seus efeitos sobre a economia e sociedade locais.

A sede do BCE situa-se em Francoforte.

O primeiro presidente do BCE foi o holandês Wim Duisenberg. (A propósito, refira-se que a Holanda oferece condições fiscais especiais às empresas sediadas no seu território.)

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