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Segundo uma notícia do Jornal de Negócios, os funcionários da Maternidade Dr. Alfredo da Costa foram proibidos de prestar declarações à comunicação social por ordem da Autoridade Regional de Saúde.

autores: Rui Viana Pereira ; em 13/04/2012
 

A indignação e a luta vão muito mais longe e muito mais fundo do que a comunicação social portuguesa nos dá a entender. A energia e a imaginação dos movimentos sociais na Europa, Magrebe e Américas são verdadeiramente inspiradores e estão a assustar muito mais o poder do que poderíamos imaginar - a cimeira dos G8 teve de ser transferida para Camp David. A realização de concentrações de solidariedade com a greve geral portuguesa de 22-março, em Tunes e em Atenas, são um exemplo claro de como os movimentos sociais de resistência e luta nesses países já entenderam bem o carácter internacional de todas as lutas locais.

em 30/03/2012
 

Passados quase 5 meses sobre a publicação de um apelo à auditoria cidadã em França, o processo entrou numa fase decisiva e a mobilização popular ganhou uma dinâmica invejável. É notável sobretudo a forma como o carácter duma auditoria cidadã foi rapidamente apreendido e implementado pela movimentação cívica francesa – o processo vive da mobilização cidadã a nível local e sectorial.

autores: Rui Viana Pereira ; em 23/03/2012
 

Ciclo documental sobre a crise da dívida na Islândia e a surpreendente resposta da população.

De 8 a 29 de Março, às quintas, no espaço Nimas: Av. 5 Outubro, 42B, Lisboa

em 12/03/2012
 

Apelo do Comité Grego contra a Dívida, por um jornada europeia de solidariedade com o povo grego, e ao mesmo tempo de acção contra as políticas de austeridade, de privatização e de desmantelamento dos serviços públicos em toda a Europa.

em 19/02/2012
 

Athènes, le 17 février 2012

CherEs amiEs, cherEs camarades,

Nous, le Comité grec contre la Dette, prenons l’initiative de nous adresser à vous tous, en vous proposant de decider, préparer et d’organiser une grande, unitaire, combattive et massive journée européenne de solidarité au peuple grec, et en même temps d’action contre les politiques d’austérité, de privatisations et de démantèlement des services publics dans toute l’Europe, avec comme d’ordre l’annulation de la dette publique grecque.

em 19/02/2012
 

Discours de Sonia Mitralia, membre du Comite grec contre la Dette et de l’Initiative des Femmes contre la Dette et les Mesures d’Austérité, prononcé au meeting de Marseille du 17 février, organisé par la campagne française « pour un audit citoyen de la dette publique ».

autores: Sonia Mitralia ; em 19/02/2012
 

Discurso de Sonia Mitralias, membro do Comité Grego contra a Dívida e da Iniciativa das Mulheres contra a Dívida e as Medidas de Austeridade, pronunciado no encontro de Marselha de 17 de Fevereiro 2012, organizado pela campanha francesa «por uma auditoria cidadã da dívida pública».

autores: Sonia Mitralia ; em 19/02/2012
 

Por toda a Europa estão a decorrer manifestações, abaixo-assinados e outros actos de solidariedade com o povo grego.
Em Lisboa, Coimbra e Porto realizam-se manifestações de solidariedade nos próximos dias.

autores: CADPP ; em 18/02/2012
 

O novo tratado internacional e o memorando que acompanham a «redução» da dívida pública grega empurram o povo grego rumo a ainda mais pobreza. A sua implementação implicará, inevitavelmente, uma queda dramática na qualidade de vida e nas condições laborais e tornar-nos-á escravos dos credores do estado. A redução de pensões e salários, a revogação da legislação relativa à contratação coletiva (violando o disposto no Art.º 22.º da nossa Constituição) e o despedimento de 150 mil funcionários públicos terão como consequência a fome generalizada e salários de 300 ou 400 euros mensais. O desemprego, já em níveis históricos, atingirá os 30 porcento. Esta nova redução da despesa pública, sobretudo na saúde, fará diminuir a esperança média de vida e os índices de mortalidade alcançarão níveis semelhantes aos de África. A próxima ronda de privatizações vai deixar a saúde do povo grego nas mãos de empresas privadas, negando ao estado uma fonte de rendimentos no futuro. O Art.º 13.º do novo acordo determina que a emissão de obrigações seja feita em consonância com a legislação inglesa e luxemburguesa, o que constitui um insulto e uma humilhação para um estado soberano e impõe o cativeiro virtual de todo um povo, ao tentar impedir qualquer renegociação da dívida. Já agora, também protege os nossos credores do impacto de uma eventual saída da Grécia da Zona Euro.

em 18/02/2012
 

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