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A Grécia, à semelhança de todos os países periféricos europeus, encontra-se numa situação de endividamento, de desastre social com traços de tragédia humanitária e de limitação de soberania – uma situação comparável em muitos aspectos à da Alemanha no pós-guerra.

Nesta série de artigos Eric Toussaint analisa e compara os procedimentos e tratados aplicados à Grécia e à Alemanha, enquanto países devedores. O primeiro artigo traça o quadro das condições aplicadas à RFA, comparando-as com o tratamento aplicado à Grécia actual.

autores: Eric Toussaint ; em 17-10-2012 ; visitas: 2.689
 

Manolis Glezos, herói da resistência antinazi e uma das mais destacadas figuras vivas da extrema esquerda grega, manifesta aqui a sua perplexidade e indignação pelo facto de União Europeia, cujas elites dirigentes insistem em provocar a catástrofe humanitária no Sul da Europa, ter recebido o Prémio Nobel da Paz.

autores: Rui Viana Pereira ; em 13-10-2012 ; visitas: 2.096
 

O Orçamento de Estado de 2013, para além de não ser nosso, é injusto e socialmente irresponsável. Mas existem alternativas que podem ser implementadas para reformar profundamente o processo de orçamentação de modo a assegurar que os orçamentos de Estado reflictam a vontade da população.

autores: João Silva Jordão ; em 12-10-2012 ; visitas: 2.322
 

Na passada sexta-feira, dia 28 de Setembro, duas propostas de resolução para renegociação da dívida pública portuguesa, apresentadas pelo Partido Comunista Português e pelo Bloco de Esquerda, foram chumbadas na Assembleia da República. PS, PSD e CDS votaram em conjunto no sentido de impedir a renegociação da dívida.

autores: al.wragg ; em 29-09-2012 ; visitas: 2.820
 

Vários movimentos sociais gregos lançam um apelo europeu, claramente baseado nos acontecimentos concretos verificados nesse país recentemente: «Cremos ser impossível mobilizar e lutar contra as políticas neoliberais, sem mobilizar e lutar ao mesmo tempo contra a ameaça neonazi e o fascismo. Por isso propomos a inclusão do antifascismo militante nos 4-5 pilares do Processo Altermundialista por uma Outra Europa.»

autores: Rui Viana Pereira ; em 08-09-2012 ; visitas: 2.113
 

« Nous croyons que c’est impossible de se mobiliser et se battre contre les politiques néolibérales, sans se mobiliser et se battre en même temps contre la menace néonazie et le fascisme ! Et c’est pourquoi nous proposons d’inclure l’antifascisme militant aux 4-5 pylônes du processus de l’Alter Summit pour une Autre Europe. »

autores: Rui Viana Pereira ; em 08-09-2012 ; visitas: 2.040
 

 Comunicado n.º 3/2012

 

  1. A perda de emprego por razões alheias aos afectados assim como a redução nos rendimentos disponíveis, têm estado na origem de inúmeras situações de incumprimento no pagamento de empréstimos hipotecários para compra de casa própria.

autores: CADPP ; em 20-07-2012 ; visitas: 3.813
 

O povo grego volta às urnas para escolher os deputados o novo governo. Uma grande parte dos votantes já demonstrou que pretende um corte radical com as políticas praticadas até agora. As últimas sondagens apontam no sentido de esta tendência estar a ganhar a maioria.

No dia 17 de Junho estaremos no Rossio de Lisboa para saudar a luta corajosa do povo grego e também para manifestar a nossa convicção de que o problema das dívidas soberanas tem uma raiz comum a todos os povos actualmente afectados pelas medidas de austeridade.

O mesmo grupo que organizou o périplo de Yorgos Mitralias, dirigente do Syriza e membro fundador do CADTM-Grécia, manifesta, em texto aqui reproduzido, a sua intenção de dia 17 fazer parte da acção de solidariedade com o povo grego.

em 11-06-2012 ; visitas: 1.769
 

O CADTM lança um apelo à solidariedade com o povo grego, ao combate à campanha de desinformação, logro e chantagem montada pelos poderes públicos europeus, e à união solidária e coordenada de todos os povos europeus pela construção de uma Europa fundada em processos democráticos e no interesse das populações.

autores: CADTM ; em 30-05-2012 ; visitas: 2.588
 

Fujam, que vem aí a simpatia da sra. Christine Lagarde, directora do FMI.

A Grécia passa bem sem a «simpatia» demonstrada pelo FMI ao Níger, onde o custo dos seus empréstimos irresponsáveis é pago pelos cidadãos em dólares, miséria e sucessivas vagas de fome.

Um texto de Nick Dearden.

autores: Nick Dearden ; em 29-05-2012 ; visitas: 3.359
 

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