Aos 1,2 mil milhões de euros da dívida pública portuguesa leiloada esta quarta-feira foi aplicada uma taxa de juros de 4,997 por cento, superior à verificada no leilão anterior. A procura foi duas vezes superior à oferta.
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Ao rejeitarem, num referendo, o resgate dos seus bancos tóxicos e o pagamento da dívida externa, os cidadãos islandeses mostraram que é possível fugir às leis do capitalismo e tomar o destino nas próprias mãos, escreve um historiador espanhol.
O CADTM e a ATTAC interpuseram um recurso em tribunal, para a anulação de um decreto real que concede 54.000 milhões de euros ao Dexia SA e ao Dexia Crédit Local SA.
Decorreu em Lisboa, no dia 17 de dezembro de 2011, um encontro nacional, público e aberto a todos os cidadãos, convocado pela Iniciativa para uma Auditoria Cidadã (IAC). Cerca de 500 pessoas vindas de diversas partes do país estiveram presentes neste encontro histórico de activistas empenhados em saber como chegou a dívida soberana portuguesa ao seu estado actual, como funcionam os mecanismos de transferência sistemática dos recursos públicos para as mãos da banca privada, que soluções devem ser propostas no futuro para pôr termo a este saque e às medidas de austeridade.
Os últimos 6 dias marcam a entrada da Europa numa nova fase histórica. Uma fase aterradora, em que o poderio económico e financeiro deixou de se expressar de forma indirecta através de discursos políticos enviesados. As intenções de domínio directo e pela força sobre toda a Europa acabam de ser claramente expressas, na mais clássica linha do discurso ditatorial sem rebuço, pelo casal Merkozy.
Portugal vai pagar 34.400 milhões de juros à troika
Portugal vai pagar à Troika, composta pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional, um montante em juros que equivale a quase metade do dinheiro que o país pode receber ao abrigo dos empréstimos do programa de assistência financeira.
Os subscritores de uma "iniciativa de auditoria cidadã" à dívida pública portuguesa apelaram hoje à participação popular no sentido de ajudar a identificar "dívidas ilegítimas ou ilegais", que devam ser "repudiadas".
A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) considera «ilegais e inconstitucionais» a redução de remunerações e a suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal previstas na proposta na Lei do Orçamento do Estado (OE) para 2012.
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