Submitted by Maria da Liberdade on Tue, 21/05/2013 - 19:16
Com bastantes intervenções de pessoas que por ali passavam, realizou em Alcântara, no dia 19-05-2013, mais um debate sobre democracia e dívida. Maria da Liberdade oferece-nos aqui um resumo dessas intervenções. Em todas elas perpassa a noção da ilegitimidade da dívida pública e a necessidade da sua anulação.
Submitted by RuiVianaPereira on Wed, 17/04/2013 - 15:25
A segurança social é sustentável. Existe, no entanto, um problema com os fundos da segurança social e das pensões: uma grande parte desse erário está a ser desviado para a banca, a especulação financeira e os subsídios às empresas privadas. A partir da sustentabilidade da segurança social e dos fundos de pensões não é difícil concluir a ilegitimidade da dívida pública.
Submitted by Eric Toussaint on Thu, 28/03/2013 - 12:47
«Os mercados tornaram-se demasiado grandes e complexos e evoluíram demasiado depressa para continuarem sujeitos à supervisão e à regulação do século XX. Não é de estranhar que esse Leviatã financeiro mundial esteja para lá dos horizontes de compreensão dos operadores do mercado, mesmo dos mais avisados. Os reguladores financeiros são responsáveis por supervisionar um sistema muito mais complexo do que aquele que existia quando foram redigidos os regulamentos que ainda hoje regem os mercados.» (Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal)
Submitted by Eric Toussaint on Sat, 09/03/2013 - 20:32
Em Outubro de 2012, o FMI forneceu uma chave para entender o aprofundamento da crise na Europa. O seu gabinete de estudos veio dizer que cada euro de redução da despesa pública provoca uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) entre 0,9 e 1,7 euros.
Submitted by administrador on Mon, 25/02/2013 - 15:06
«Ainda é fecundo o ventre que pariu o monstro imundo!»
Face às ameaças racistas directas do partido nazi Aurora Dourada, feitas a um dos membros fundadores do CADTM Grécia, Moisis Litsis*, a rede internacional do CADTM lembra a gravidade que representa o aumento do fascismo, consequência directa da degradação social imposta pelos credores em nome da alegada prioridade em torno do pagamento da dívida e em detrimento do respeito pelo direitos humanos fundamentais.
Além de outras iniciativas em curso (sessões de debate e esclarecimento, etc.), a IAC abriu no seu site uma nova secção intitulada Wikidívida, à semelhança da secção Glossário inaugurada pelo CADPP em 2011.
Submitted by Eric Toussaint on Fri, 08/02/2013 - 17:58
5ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado». Nesta secção da série estudam-se os mecanismos de financiamento dos bancos. Desde o branqueamento de dinheiro da droga até operações de short-selling, trading de alta frequência, empréstimos com garantias inexistentes, etc. E, como sempre, o beneplácito dos governantes perante toda a espécie de especulações obscenas, capazes de reduzirem as populações à miséria em escassas fracções de segundo.
Submitted by administrador on Tue, 05/02/2013 - 06:39
Embora o governo britânico tenha aprovado uma nova regulamentação para o sector bancário e financeiro e toda a Europa discuta as soluções possíveis para «pôr na ordem» os especuladores financeiros, a única proposta capaz de pôr um ponto final na socialização das dívidas e dos desvarios da banca é... a socialização da banca na sua totalidade.
Submitted by Eric Toussaint on Sun, 03/02/2013 - 14:34
Nesta 4ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado» Eric Toussaint explica-nos alguns dos mecanismos essenciais de dominação económica dos bancos. Ao longo desta descida aos infernos da usura vamos compreendendo a estranha forma como, por exemplo, os bancos conseguem ganhar dinheiro com o facto de os seus clientes já não terem dinheiro para pagar a hipoteca da casa que compraram a crédito. Não nos é difícil extrapolar do consumidor-devedor para o estado-devedor...