Agenda

A dívida pública e a democracia

Data: 
30-11-2013

A associação O Círculo, em colaboração com o grupo cívico Democracia e Dívida, promove uma sessão pública de esclarecimento e debate sobre a dívida e a sua relação com a democracia.

A sessão tem lugar na sede de O Círculo - Associação, Rua das Margaridas C.C. Birre, Loja 18, 2750-249 (zona de Cascais – ver mapa).

Esta sessão vem no seguimento de outras organizadas pelo grupo Democracia e Dívida, nas quais vários membros do CADPP têm participado activamente. Trata-se de demonstrar a ligação estreita entre o problema da dívida soberana, a falta de democracia e as medidas de austeridade.

Democracia e dívida - debate público no Lagoal, Caxias

Data: 
20-07-2013

Uma vez mais, desta vez no Lagoal, em Caxias num final de tarde, discutiremos, de forma aberta e apartidária, a Democracia e a Dívida, procurando respostas para questões como: vivemos mesmo acima das nossas possibilidades? Que dívida é esta que estamos a pagar? É legítima a dívida? Como se formou? É de todos ou só de alguns? Será que tem mesmo de ser paga? Já houve países que não a pagaram?

Sessão pública em Benfica

Data: 
13-07-2013

Sessão de esclarecimento e debate, promovida pelo grupo cívico Democracia e Dívida.

No anfiteatro da Estrada dos Arneiros, em Benfica, junto ao clube dos «Kapas».

Animadores e orientadores do debate:

Paulo Coimbra
Rui Viana Pereira
Vítor Lima

Enquanto a telenovela da crise das instituições do poder se vai desenrolando com grande aparato mediático, por detrás da cena, silenciosamente, agravam-se as políticas de austeridade

Falemos pois do que nos interessa, organizemo-nos, e deixemos os poderes públicos entretidos com a sua própria telenovela.

Sessão pública em Alcântara, Lisboa

Data: 
19-05-2013

Mais um encontro sobre Democracia e Dívida, desta vez em Alcântara (Lisboa). Como animadores do debate estarão Evelyn Houard, Vítor Lima e Rui Viana Pereira. [ler resumo do debate aqui]

O encontro anterior realizou-se a 27 de Abril, no Largo do Carmo (Lisboa) e contou com a presença de elementos da auditoria cidadã espanhola. Além de servir para esclarecer ideias e dúvidas sobre a dívida, este encontro confirmou o interesse em reunir e coordenar diferentes pessoas e organizações, provenientes de dentro e fora de Portugal, cada qual com a sua abordagem específica à questão da dívida.

Os organizadores destes encontros estão a trabalhar para que eles aconteçam com regularidade, de preferência em locais e situações ligados à vida quotidiana da população.

Página da «Democracia e Dívida»:http://democraciaedivida.wordpress.com/ – com documentação e notícias, de Portugal e de Espanha.

Acontecimento no Facebook: http://www.facebook....

Democracia e dívida - debate público

Data: 
27-04-2013

Democracia e Dívida é o tema do debate que se realiza no sábado, 27 de Abril, às 15H00, no Largo Carmo, em Lisboa. É um evento público, realizado em local público e orientado para o público.

O debate visa esclarecer e desmistificar os conceitos de Dívida e de Democracia, numa altura em que se celebra a Democracia e a Liberdade trazidas pelo 25 de Abril e em que Portugal, Espanha e vários outros países da Europa e do mundo vêm as suas Democracias e a qualidade de vida das suas populações ameaçadas, e será facilitado pelas intervenções de Emma Avilés, Manuel Martins Guerreiro, Rui Viana Pereira e Vítor Lima.

Lançamento do livro «Quem Paga o Estado Social em Portugal?»

Data: 
12-10-2012

Apresentação pública, seguida de possível debate aberto, de um livro que expõe dados da maior importância para a compreensão do processo da dívida pública.

O livro assume particular interesse para todos os militantes pela anulação da dívida pública portuguesa, uma vez que demonstra factualmente que o Estado social em Portugal é autofinanciado pelos trabalhadores. Ao contrário do que foi afirmado anos a fio pela propaganda neoliberal – visando inculcar nos trabalhadores a culpa do défice do Estado –, prova-se em Quem Paga o Estado Social em Portugal que no nosso país (como de resto em todos os países estudados pelos autores do livro) na maioria dos anos os trabalhadores pagam mais ao Estado em impostos e contribuições do que recebem em serviços sociais.

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